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quarta-feira, 1 de abril de 2020

Quem é você de verdade?


Entre máscaras e cabides, como viver escondido entre ser herói e vilão?

Foto: Hora de levar as cores à mesa
Gui Zambonini

O filósofo inglês Francis Bacon disse uma vez que “todas as cores concordam no escuro”. Em tempos de intolerância e de iniquidade, qualquer sombra torna-se mais acolhedora que um pequeno fecho de luz. Mas a custo da felicidade de quem? Dos olhares de repreensão de quem enxerga aquém, ou dos que se inibem por receio de se tornarem uma decepção na paleta de cores moldada pelo próximo?

O aconchego do armário vai muito mais além do que os cobertores dobrados para amaciar o medo e transformá-lo em ternura. É como se cada peça de roupa pendurada em um cabide, fosse uma verdade vedada e protegida por um material impermeável de ações e reações. Ledo engano. Nem mesmo a textura mais macia pode resistir às sujidades porta à fora da madeira, da vida ou de quimeras o coração.

segunda-feira, 12 de maio de 2014

A hora certa de dizer ‘sim’

Maio é o mês das noivas, mas existe um dilema o qual perdura, às vezes, por toda uma vida: existe idade ideal para casar?

Nos clássicos da Disney, as princesas são salvas, casam-se cedo e são felizes para sempre. Nas novelas, filmes e seriados, os desfechos finais não ficam muito atrás. E na vida fora da ficção, existe idade ideal para casar? Fatores como independência, família, sociedade e amor, por exemplo, implicam nesta questão.

A bióloga Thaís Amaral Stocco completou 24 anos, no dia 31 de março. Ela namora há quase quatro anos, está noiva do engenheiro civil Murilo Vitiello (25) e segue a todo vapor com o planejamento do casamento, previsto para outubro de 2015. Pronta para subir ao altar, ela acredita que a questão não é a idade, mas sim o que cada um idealiza para a vida. “Sinto que nasci para ter uma família. Isto sempre foi maior do que qualquer outro sonho. Não casarei nem cedo e nem tarde, mas na hora certa”, conta com um sorriso sempre ao rosto.

A epifania do amor

Ele é cafona, mas o brega tem o seu charme. Não importa o disco, o filme, o livro ou a profissão, o importante é não ter regras para inspirar o coração


Enquanto jovens e à cerca da inocência, idealizamos o primeiro beijo, a primeira pessoa que nos fará sonhar acordado, o primeiro momento a andar de mãos dadas -- sem ser com a mãe ou com pai --, aquele suspiro intenso... o nosso primeiro amor. Digo jovem, porque esta sensação continua sempre nova e viva dentro de nossas mentes; inocente, porque até descobrirmos o amor, os outros sentimentos são singelos demais perto da ferocidade desta palavra de quatro letras, porém de inúmeras motivações.